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terça-feira, 8 de setembro de 2015

O VATICANO II E O PAPA NO SONHO DE SÃO JOÃO BOSCO


O famoso sonho de São João Bosco anunciou com extraordinária precisão os dois grandes Concílios da Igreja: o Concílio Vaticano I, convocado por Pio IX, e o Concílio Vaticano II, convocado por São João XXIII e terminado pelo Papa Paulo VI. O Vaticano I foi anunciado nessas palavras: " O Pontífice Romano, comandante supremo da grande nau, vendo o furor dos inimigos e a má situação em que se achavam as suas fiéis navezinha, decide reunir junto de si os pilotos dos navios auxiliares, para acordarem sobre o que se deveria fazer. Todos os pilotos sobem e se reúnem em torno do Papa. Mantêm uma reunião, mas, enfurecendo-se cada vez mais o vento e a tempestade, eles são mandados de volta para dirigir seus próprios navios." A Guerra Franco-Prussiana obrigou que fosse interrompido o Concílio Vaticano I, no qual foi definido o Dogma de Fé na Infalibilidade Pontifícia. O Concílio Vaticano II foi anunciado nas seguintes palavras: "Ocorrendo um pouco de calmaria, o Papa reúne pela segunda vez em torno de si todos os pilotos, enquanto a nau capitania segue o seu curso. Mas a borrasca volta espantosa. O Papa permanece no timão, e todos os seus esforços são dirigidos a levar a nau para o meio daquelas duas colunas, de cujo cimo pendem, em toda a volta delas, muitas âncoras e grossos ganchos presos a correntes." A nobilíssima e gloriosa intenção desses Papas é revelada neste sonho: todos os esforços dos Papas que seguem ao IIº Concílio do Vaticano são para radicalizar os fiéis na vida Eucarística e Mariana. Esses Papas foram e são: São João XXIII, o Beato Paulo VI, São João Paulo II, Bento XVI e atualmente o Papa Francisco. O Papa permanece no timão da grande nau, ou seja, no governo da Igreja. O sonho afirma que a Igreja continua, e que o Papa continua. Afirma, portanto, o que Bento XVI ensinou: a hermenêutica da reforma na continuidade contra a hermenêutica da ruptura. Portanto, não há uma nova Igreja que surge do Vaticano II, mas a mesma Igreja que segue renovada. Não temos uma Sé vacante como afirmam alguns, mas um Papa que continua no timão, guindo a Igreja. Não temos um Papa dúbio ou herético, como afirmam outros, mas um Papa amado por uns e combatido por outros. O Papa é ferido de morte pelos que proclamam Vacante a Sé Apostólica e pelos que o acusam de querer mudar a doutrina, de mudar a doutrina. É morto o Papa que não terá vida no coração de muitos fiéis que o rejeitarão e o rejeitam como a um heterodoxo. o sonho afirma, portanto, alto e bem claro: Habemus Papam.
O sonho pode ser conferido aqui:

http://www.mariamaedaigreja.net/2pilares.html

sábado, 20 de abril de 2013

A Oração do Papa de Fátima ( II )


  Na terceira parte da mensagem de Fátima, revelada pelo Vaticano, é possível contemplar um louvor inaudito ao Bispo vestido de branco, tecido pelos lábios da Belíssima Senhora vestida de branco. Esta mensagem traz a maior honra jamais recebida por um homem na terra, traz a honra de ter sido louvado pela própria Rainha do Céu e da Terra, a Mãe de Deus, que apareceu para as três criancinhas na Cova da Iria, em Fátima.
     É tão agradável aos Céus a oração deste Papa que Ela faz questão de fazer notar. Ela diz: "... ia orando pelas almas dos cadáveres que ia encontrando pelo caminho."
     Os cadáveres além de serem fétidos, repugnantes, não têm vida, são insensíveis, e o Papa de Fátima teve que se encontrar com eles, pregar para eles o Evangelho.
    Mas o estado cadavérico destas pessoas tornavam as palavras deste Papa como que jogadas ao vento, pois como estavam espiritualmente mortas para a graça de Deus, olvidavam suas palavras, causando-lhe grande tristeza, pois conforme ensina São Pedro Julião Eymard, não há maior ofensa que desacreditar as palavras de alguém, ao comentar aquela passagem do Evangelho, onde Jesus diz:                  "Quem Me ama, ouve as Minhas palavras".
     Quando este Papa percebe que não escutam suas palavras, seu coração, que é provado pela tristeza, não desiste de perseguir o fim para o qual Deus o elegeu Pontífice Máximo e então começa a orar pela salvação das almas desses pobres cadáveres, pois tenta conseguir com a oração o que não conseguiu pelo seu Magistério Infalível.
     Só um coração pleno de Amor de Deus é capaz de amar como amou este Pontífice, ninguém amou tanto as almas como ele, razão pela qual seu amor pelas almas mereceu ser registrado pela Rainha do Céu e da Terra.
     Este Papa teve um amor que mereceu ser louvado pela Mãe de Deus, só por aí podemos imaginar a glória deste grande artífice da paz!
    O odor repugnante dos cadáveres não impôs limites a seu amor, pois amou o Corpo Místico de Cristo que é a Igreja aos extremos, muito além do normal, chegando mesmo a igualar aos excessos de Cristo na Cruz.
    Ele amou a Igreja e não saiu dela por causa do odor repugnante dos cadáveres, abraçou esses cadáveres com uma Caridade Misericordiosa e orou pela salvação das almas de todas as pessoas no mundo inteiro.
      Ele orou pela salvação das almas! 
     Este grande Papa foi educado na Escola da Misericórdia, que encontrou em Santa Faustina uma de suas maiores expoentes.
    Este Papa deve ter enchido seu coração com o conteúdo da oração que o Eterno Pai dignou-se ensinar para Santa Faustina, na qual se reza, entre outras coisas: "... tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro!"
    Como é contraditório pedir a Deus que tenha misericórdia dos outros sem que se deixe também inflamar desta mesma misericórdia pelo próximo, este grande Papa abriu seu coração para acolher nele o amor misericordioso de Deus, de tal modo que seu coração foi transformado num vaso da infinita misericórdia de Deus, razão pela qual ele não rejeitava amar mesmo aqueles que pelo seu modo de vida só mereciam ser tratados com repugnância.
    Este grande Papa abraçou, como fez São Francisco de Assis, o pobre leproso que se apresentou pelo caminho.
     Este Papa não abandonou a Barca que se afundava, mas como disse Nossa Senhora: "ia orando pela salvação das almas de todos que encontrava pelo caminho."
In Iesu.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O beijo de São João Paulo II no Alcorão



  Nesta foto podemos ver o humilde gesto do Papa São João Paulo II, que em 14/05/99 beija o Alcorão, no Vaticano, o Livro sagrado dos Muçulmanos.
          Na ocasião muitos se escandalizaram por gesto de grande significado místico. São Paulo Apóstolo nos aconselha a sempre julgarmos bem a nosso próximo. Pois bem, esse gesto foi mal interpretado por alguns. Qual, pois, seria a boa interpretação desse ato, já que é dever nosso julgar que nosso Papa jamais praticaria qualquer ação contra a fé e a moral?
        Para julgar bem o Papa, devemos fazer uma interpretação mística deste grande gesto de São João Paulo II. 
        Alguns místicos da Igreja, uns beatos, outros santos, outros ainda servos de Deus, ao comentarem sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, dizem que quando tiveram a visão de Cristo carregando a sua pesada Cruz, viram que Ele antes da a carregar em seus ombros, se inclinou e deu um beijo na Cruz.
         Ora, se aplicarmos os ensinamentos destas visões neste grande gesto do Papa, somos obrigados a chegar nas mesmas conclusões. O Papa, que é o doce Cristo na terra, beija o Alcorão, que é a Cruz que martiriza muitos cristãos em países muçulmanos. O beijo de Nosso Senhor na Cruz, simboliza o seu infinito amor por seus inimigos e por toda a humanidade pecadora. O beijo de Cristo na Cruz é sinal de sua infinita Caridade. Ora, o beijo que o Papa dá no Alcorão simboliza e repete o beijo que Cristo deu na Cruz, quando a tomou sobre seus ombros. Esse beijo revela a grande Caridade com a qual estava cheio o Papa São João Paulo II. A infinita caridade de Cristo moveu o Papa João Paulo II a beijar a cruz dos Cristãos em terras muçulmanas.
         Beato João Paulo II, ora pro nobis.