Mostrando postagens com marcador Caridade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caridade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de maio de 2015

A CARIDADE E A MISERICÓRDIA EM SANTO AGOSTINHO

Santo Agostinho, no seu comentário à Iª Carta de São João, diz que quem não tem Caridade está em pecado grave.
O texto de Santo Agostinho é esse:
Do Livro "Quem é Deus" - "Primeira Carta de São João, Comentada por Santo Agostinho"
O texto a seguir é do Tratado V, vertido do latim pelo Pe. José A. Rodrigues Amado, professor do Seminário de Coimbra, edição de 1959.
"O que comete o pecado é filho do diabo, porque o diabo peca desde o princípio.
O diabo (já o dissemos) não criou nem gerou ninguém. Os que o imitam, em certo modo nascem dele.
O Filho de Deus apareceu para destruir as obras do diabo. Veio para destruir o pecado aquele que não tem pecado.
João prossegue: Todo o que nasceu de Deus não comete o pecado, porque a semente de Deus permanece nele. Não pode pecar, porque nasceu de Deus.
Refere-se a determinado pecado que o homem nascido de Deus não pode cometer . Esse pecado é de tal ordem, que, quem o comete, consolida os outros pecados, e quem o não comete, é desatado dos outros pecados.
Que pecado é esse? Transgredir o mandamento. Que mandamento? Este: dou-vos um mandamento novo, que vos ameis uns aos outros (João 13,34).


Este mandamento de Cristo chama-se Caridade. Por ela são destruídos os pecados. Quem a não pratica, está em pecado grave, e tem em si a raiz de todos os pecados. " (do livro citado pgs.: 87-88).

terça-feira, 15 de abril de 2014

QUE É O AMOR DE DEUS?


 

São João disse, na sua Epístola, que "Deus é Amor"(cf.IJo.4,8) e Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, veio nos ensinar a "Boa Nova": a nos deixarmos transformar por graça naquilo que Ele é por essência: no AMOR (CARIDADE).
Essa é a finalidade do Novo Testamento de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Este é o Meu Mandamento: Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amo!"(Jo.15,12).
A Beata Elena Guerra, à imitação de todos os Santos, viveu e deixou-se transformar nesse AMOR.
Suas orações tinham um só fim: atingir o estado de Caridade ou Deificante.
Na oração acima a Beata pede para que Deus transforme seus pensamentos em pura Caridade, ela desejava julgar seus irmãos com o mesmo juízo com que eles eram julgados por Deus, ou seja, com amor pleno, indulgência e misericórdia absoluta. Desejava somente falar bem das pessoas, fazer às pessoas o bem de não falar mau delas. Desejava que as suas obras fossem amor contínuo às pessoas.
Numa palavra: Deus é Amor e a Beata era uma imagem viva d'Ele para as pessoas.
Em Deus os pecadores encontrarão sempre a Caridade do perdão e da misericórdia. A Beata Elena Guerra queria ser perdão, vida e misericórdia para com os pecadores.
O Deus que desde toda eternidade nos ama sem parar, quer amar a todos com nosso coração.
Quer perdoar a todos com nosso coração.
Nossa Senhora Rosa Mística disse à Serva de Deus Pierina Gilli que o perdão é a mais excelente forma de caridade.
Portanto, não tenhamos medo de perdoar quem quer que seja, pois na Cruz Jesus perdoou a todos.
Beata Elena Guerra, rogai por nós.

 
 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

APELO AO AMOR NAS REVELAÇÕES DE JESUS A SÓROR JOSEFA MENENDEZ

Não é à toa que o Papa Francisco sempre repete com insistência: "Deus perdoa sempre!"
Nestas Revelações a Sóror Josefa, Jesus nos revela o que Ele sempre é para conosco e aquilo que nós sempre devemos ser para com nosso próximo.
Ter para com nosso próximo a mesma atitude que Jesus tem para conosco é o fim dessas Revelações de Jesus a Sóror Josefa: "Ensinar-te-ei os segredos de meu amor", diz Jesus a Sóror Josefa, e porque Ele faz isso?
Ele mesmo responde: "Para seres exemplo vivo de minha Misericórdia."
Portanto, Jesus quer que sejamos para com nosso próximo aquilo que Ele mesmo é para nós, que julguemos nosso próximo com o mesmo AMOR com que Ele julga a nós, que creiamos no Amor que Ele tem para com todos da mesma forma que Ele tem por nós.
Depois dessa leitura será impossível continuar cultivando inimizades! Jesus é a reconciliação e a vida!
Ele é o AMOR!
Mas atenção, esse Amor é uma virtude teologal, não é sentimento, embora possa ser acompanhado de algum sentimento, devemos crer nesse Amor, muito mais crer que sentir!
De hoje em diante seremos a imagem viva do perdão de Jesus, essas palavras pretendem nos transformar em perdão vivo de Jesus para com nosso próximo.
Alegremo-nos, pois somos amados por Ele de forma incondicional! 
Tenhamos amor incondicional também!
Mais uma vez atenção: não se ofende a quem nos ama! Para-se de ofender a quem nos ama! Portanto, depois dessas palavras pode-se iniciar tranquilamente o longo caminho da luta contra qualquer vício ou vícios.
Rezem, como está escrito, em qualquer situação, mesmo que seus pecados não sejam "um bilhão, mas cem bilhões de pecados...".
Em Medjugorje Nossa Senhora a 32 anos diz sempre: "Rezem, rezem, rezem!"
Em Fátima Nossa Senhora disse: "Rezem o terço todos os dias!"
Em Medjugorje Ela disse: "Rezem o Rosário todos os dias!"


APARIÇÕES DE JESUS A SÓROR JOSEFA MENENDEZ-VOL1-APELO AO AMOR - SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS - 



Joseja Menendez



A Misericordia Divina: fala Jesus Cristo a Sóror Josefa Menéndez

(Revelações tiradas de "Convite a uma Vida de Amor", de Sóror Josefa Menendez, 2a. ed., 1948, das págs. 94 a 133)

"Ensinar-te-ei os meus segredos de amor, e tu serás exemplo vivo da minha Misericórdia, porque, se tenho tanto amor e predileção por ti que não és mais que miséria e nada, que não farei Eu por muitas outras almas mais generosas do que tu? Farei conhecer que a minha obra repousa sobre o nada e a miséria, e que esse é o primeiro anel da cadeia de amor que desde toda a eternidade preparo às almas. Farei conhecer até que ponto o meu Coração as ama e lhes perdoa. Vejo o íntimo das almas. ....
O ato de humildade que fazem reconhecendo sua fraqueza. .... Pouco se Me dá a fraqueza delas. .... Supro o que lhes falta. Farei conhecer como é que o meu Coração se serve dessa fraqueza para dar a vida a muitas almas que a perderam. Farei conhecer que a medida do meu Amor e da minha Misericórdia para com as almas caídas não tem limites. .... Se tu és um abismo de miséria, Eu sou um abismo de Bondade e Misericórdia.
O meu Coração é teu refúgio. Vem procurar nele tudo aquilo de que precisas, ainda mesmo que se trate de coisa que Eu te peça. Não julgues que deixarei de amar-te por causa das tuas misérias, não: meu Coração ama-te e não te abandonará jamais. Bem sabes que é propriedade do fogo abrasar e destruir: assim é próprio do meu Coração perdoar, purificar e amar. Não te disse muitas vezes que o meu único desejo é que as almas deem-Me as suas misérias? Se não ousas aproximar-te de Mim, aproximar-Me-ei Eu de ti. Quanto mais fraquezas encontrares em ti, tanto mais Amor encontrarás em Mim. Pouco Me importam as tuas misérias, o que Eu quero é ser o Dono de tua miséria. A tua pequenez dá lugar à minha grandeza. ....
A tua miséria e mesmo os teus pecados dão lugar à minha Misericórdia. .... A tua confiança atrai o meu Amor e a minha Bondade. Não vos peço senão aquilo que tendes. Dai-Me o vosso coração vazio e Eu o encherei; dai-Mo despido de tudo e Eu o revestirei; dai-Me as vossas misérias e Eu as consumirei. O que não vedes, Eu vo-lo mostrarei ... Pelo que não tendes, responderei Eu. Há muitas almas que crêem em Mim, mas poucas que acreditam no meu Amor; e, entre as que acreditam no meu Amor, são pouquíssimas as que contam com a minha Misericórdia. .... Se peço amor em correspondência ao que Me consome, não é o único retorno que desejo das almas: desejo que creiam na minha Misericórdia, esperem tudo da minha Bondade, e não duvidem nunca do meu perdão. Sou Deus, mas Deus de Amor! Sou Pai, mas Pai que ama com ternura e não com severidade.
O meu Coração é infinitamente santo, mas também é infinitamente sábio e, como conhece a miséria e a fragilidade humanas, inclina-se para os pobres pecadores com Misericórdia infinita. Amo as almas depois que cometeram o seu primeiro pecado se vêm pedir-Me humildemente perdão. .... Amo-as ainda, quando choram o seu segundo pecado e, se isso se repete, não digo um bilhão de vezes, porém milhões de bilhões de vezes, amo-as e perdoo-lhes sempre e lavo no meu Sangue o último, como o primeiro pecado! Não Me canso das almas e o meu Coração espera sempre que venham refugiar-se nEle, por mais miseráveis que sejam! Não tem um pai mais cuidado com o filho que é doente, do que com os que têm boa saúde? Para com esse filho, não são maiores as suas delicadezas e a sua solicitude? Assim também o meu Coração derrama sobre os pecadores, com mais liberalidade do que sobre os justos, a sua compaixão e a sua ternura. Quantas almas encontrarão a vida nas minhas palavras!
Quantas cobrarão ânimo ao ver o fruto dos seus esforços: um pequeno ato de generosidade, de paciência, de pobreza, pode vir a ser um tesouro e ganhar para o meu Coração um grande número de almas. .... Eu não atendo à ação: atendo à intenção. O menor ato, feito por amor, pode adquirir tanto mérito e dar-Me tanta consolação! O meu Coração dá valor divino às menores ações. O que quero é amar. Não procuro senão amor. .... Não peço senão amor. O fogo eterno do Inferno será a merecida paga pelo Amor de Deus desprezado, calcado aos pés.

“Creiam na minha misericórdia; esperem tudo da minha bondade e não duvidem do meu perdão. Sou Deus, mas Deus de amor! Sou Pai, mas Pai que ama com ternura e não com severidade”.
Não há como ler estas palavras e não sentir-se comovido, não é mesmo? Esta é apenas uma frase das longas revelações de Jesus Cristo à Irmã Josefa Menéndez, uma religiosa espanhola que viveu no início do século passado e teve sua vida dedicada à divulgação das mensagens de amor do Sagrado Coração de Jesus ao mundo.

josefa menendez

Josefa Menéndez nasceu em Madrid, em 4 de Fevereiro de 1890. Ainda muito jovem entrou para a Sociedade do Sagrado Coração, na França, onde muito cedo foi objecto das revelações do Divino Mestre. Teve uma vida breve, faleceu em 1923, aos 33 anos de idade. E em 30 de Novembro de 1948, foi iniciado seu processo de beatificação.
Dez anos antes de se instaurar o processo, o Cardeal Eugénio Pacelli, futuro Papa Pio XII, deu a conhecer ao mundo um livro escrito pela Irmã Josefa, intitulado “Apelo ao Amor”, que relatava as experiências místicas da religiosa durante sua breve vida.
Nas revelações, encontramos em palavras pungentes a manifestação do amor infinito e aparentemente incompreensível de Deus que se entregou por nós.
Vejamos alguns trechos emocionantes:
“Ah! Se as almas soubessem como as espero cheio de misericórdia! 

Sou o Amor dos amores! E não posso descansar senão perdoando!”

“Não é o pecado que mais fere meu Coração... O que O despedaça é não quererem as almas refugiar-se em Mim depois de o terem cometido. (...) Queria também mostrar às almas que nunca lhes recuso a minha graça, nem mesmo quando estão carregadas dos mais graves pecados (...). Queria dar-lhes a compreender que não é pelo fato de estarem em pecado mortal que devem afastar-se de Mim”

“Estou sempre esperando com amor que as almas venham a Mim! Venham!... Atirem-se nos meus Braços! Não tenham medo! Conheço o fundo das almas, suas paixões, sua atracção pelo mundo e pelos prazeres (...). Meu Coração é infinitamente sábio, mas também infinitamente santo, e como conhece a miséria e a fragilidade humanas, inclina-se para os pobres pecadores com misericórdia infinita. Amo as almas depois que cometeram o primeiro pecado, se vêm pedir humildemente perdão. Amo-as ainda, quando choraram o segundo pecado e, se isso se repetir, não digo um bilhão de vezes, mas milhões de bilhões. Amo-as e perdoo-lhes sempre, e lavo no mesmo sangue o último como o primeiro pecado!”

“Não me canso das almas, e o meu Coração sempre espera que venham refugiar-se n’Ele, por mais miseráveis que sejam. Não tem um pai mais cuidado com o filho que é doente do que com os que têm boa saúde? Para com este filho, não são maiores as suas delicadezas e a sua solicitude? Assim também o meu Coração derrama sobre os pecadores com mais liberalidade do que sobre os justos, a sua compaixão e a sua ternura”.
Palavras com timbre divino, com as quais Deus se debruça sobre nós para nos fazer compreender e sentir seu amor, seu carinho e sua compaixão infinitos. Mostra-se a nós como o melhor de todos os pais. E, ao mesmo tempo, nos atrai pela fé, pela confiança na sua misericórdia e nos dá a certeza de que seremos atendidos como se fôssemos seu único filho.

domingo, 11 de agosto de 2013

Encontrar-se com Jesus nos pobres!


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_IfjxfoBLYzZ2kSLNb2m-IgC2TIOl-BZNuJdl8Z0wieeCiXbeOEiDvOD9CqySRvvAFPGZKVTvDNSbq3xGWD5A5wSwRtNJ3-gglhRcp1QFZ4zoRg-TrLOL6aeppmVZr23rwKzeR4-myxju/s320/PAPA+FRANCISCO+I+(1).png

Papa Francisco: "Precisamos edificar, criar, construir, uma cultura do encontro"

O Santo Padre enviou uma vídeo-mensagem para os fiéis reunidos no santuário de São Cayetano em Buenos Aires

Roma, 07 de Agosto de 2013 (Zenit.org) Redacao | 

O santuário de São Caetano, patrono na Argentina do “Pan e del Trabajo” encontra-se no bairro Liniers de Buenos Aires, na região periférica da cidade. A cada ano, no dia 07 de agosto, na memória litúrgica do santo, milhares de fieis colocam-se em fila para passar diante da estátua de São Caetano, beijar o vidro da pequena urna que o contém e fazer o sinal da cruz. A fila atravessa 15 ruas da cidade e dura todo o dia. A espera pode durar até mesmo 10 horas. A cada hora, no santuário celebra-se a santa missa. A celebração principal é a das 11h. Como arcebispo de Buenos Aires, o então cardeal Bergoglio presidia a celebração na festa de São Caetano e, ao finalizar a missa, percorria em sentido contrário a fila dos fieis para falar com eles, escutar as suas histórias e abençoar as crianças. Neste ano a missa de 11h será presidida por mons Mario Aurelio Poli, arcebispo de Buenos Aires e primaz da Argentina. Ao finalizar a celebração, também mons Poli saudará os peregrinos. O tema da festa deste ano é “Com Jesus e São Caetano vamos ao encontro dos mais necessitados”.(Ir ao encontro dos mais necessitados, parece esta a cultura proposta pelo Papa Francisco: escutar, ver e inclinar-se ao clamor dos mais pobres; descubrir suas dores e ir ao encontro deles para consolá-los. Com o Papa Francisco a Caridade deixa de ser "utopia" e quer tornar-se prática. Com o Papa Francisco fica evidente que o fim último da oração e das ações litúrgicas é a Caridade: o Amor pelos outros, principalmente pelos mais necessitados). Do 1 ao 9 de agosto, acontece as celebrações com uma novena de oração com intenções específicas para cada dia: família, governantes, pessoas que sofrem, defuntos, desempregados, solidariedade. 
A mensagem do Papa será transmitida ciclicamente na televisão católica de Buenos Aires (Canal 21) e em grandes telas na entrada do santuário a partir da meia noite local (as 5 da manhã na Itália) de forma que os fieis que se aproximem da fila possam vê-lo e escutá-lo.
Estas são as palavras do Santo Padre na mensagem:
***
Boa tarde!
Como todos os anos, depois de percorrer a fila, falo com você. Desta vez percorri a fila com o coração.(O Papa faz questão de dizer que está em comunhão com os fiéis da Argentina, nesta festa, ao dizer que participa com seu coração desta solenidade. Coração é o símbolo daquilo que o Papa Francisco mais preza e vive: o Amor! O Papa Francisco crê e vê Deus amando seus fiéis no Santuário San Caetano, e une-se a esse Amor, amando nesse mesmo Amor a todos. O Papa Francisco é só Amor, pleno de Amor, Deus que está nele e é Amor, transborda do coração do Papa. Este é o Papa do Amor! Deus está nele! Francisco é o Trono de Deus!). Estou um pouco distante e não posso compartilhar com vocês este momento tão lindo.(O Amor, ou seja, a Caridade, não enxerga defeitos, por isso o coração do Papa cheio de amor só vê a beleza deste momento). Agora que vocês estão caminhando rumo à imagem de São Caetano.(Dá um sentido mais alto às procissões). Para quê? Para encontrar-se com ele, para encontrar-se com Jesus. Mas hoje, o lema desta peregrinação, lema eleito por vocês, selecionado entre tantas possibilidades, hoje o lema fala de outro encontro, e diz: “Com Jesus e São Caetano, vamos ao encontro dos mais necessitados”. Fala do encontro das pessoas que precisam mais, daqueles que precisam da nossa mão, que precisam que lhes olhemos com carinho, que compartilhemos a sua dor ou suas ansiedades, seus problemas. Mas o importante não é olhá-los à distância, ou ajudá-los à distância. Não, não! É ir ao encontro. Isso é o cristão! Isso o que ensina Jesus: ir ao encontro dos mais necessitados. Como Jesus que ia sempre ao encontro das pessoas. Ele ia encontrá-los. Sair ao encontro dos mais necessitados. ( O Papa Francisco responde com um coração dócil aos ensinamentos de Jesus Cristo na parábola do Bom Samaritano, o Papa é o Bom Samaritano que Jesus quer que todos nós sejamos. Dá um sentido místico e sobrenatural à "opção preferencial pelos pobres". A Caridade sobrenatural do coração do Papa Francisco transforma em verdadeiro cristianismo esse marxismo. A Caridade do Papa derruba por terra o materialismo ateu e levanta em seu lugar a Cidade Divina: a Civilização do Amor!).
Às vezes eu pergunto a alguém:
- Você dá esmola?
Me dizem: "Sim, padre".
- "E quando dá esmola, olha para os olhos das pessoas a quem dá esmola?"
- "Ah,  não sei, não percebi."
- "Então não o encontrou. Jogou-lhe a esmola e foi embora. Quando você dá esmola, toca a mão ou joga-lhe a moeda?"
- "Não, jogo-lhe a moeda"
"E você não o tocou, e se não o tocou, não se encontrou com ele". ( A esmola deve ser um sinal de nosso Amor, ou seja, um sinal de nossa Caridade, que Deus é nossa Caridade, e que Deus está em nós e nos move ao Amor Misericordioso pelos mais pobres. Não basta dar esmolas, é preciso fazer o que ela significa: Amar! Este é o Novo Testamento, o Novo Mandamento: amai-vos una aos outros, etc. Francisco é o Papa da Caridade, foi enviado por Deus para dar comida aos pobres, para ensinar o mundo a dar pão para quem tem fome. No Livro do Apocalipse se lê que chegaria um dia em que haveria Novos Céus e uma Nova terra, onde não haveria mais fome, etc. Pois bem, Francisco é a Voz que veio tirar a fome do mundo! Com ele a Caridade de Nosso Senhor Jesus Cristo começou a acontecer, e os próximos Papas continuarão esta obra começada sempre mais perfeita: o Amor não para de crescer nunca!).
O que Jesus nos ensina é primeiro encontrar-nos, e no encontro, ajudar. Precisamos saber encontrar-nos. Precisamos edificar, criar, construir, uma cultura do encontro(cultura do Amor uns pelos outros, como ensinou Jesus). Tantos desencontros, problemas na família, sempre! Problemas no bairro, problemas no trabalho, problemas em todas partes. E os desencontros não ajudam(dos primeiros cristãos se dizia: "Vede como se amam!", dos de hoje pode-se dizer:"Vede como se odeiam!" É preciso mudar isso, é isso que o Papa faz.). A cultura do encontro. Sair para encontrar-nos. E o lema diz, encontrar-nos com os mais necessitados, ou seja, com aqueles que precisam mais do que eu. Com aqueles que estão passando um mal momento, pior que o que eu estou passando. Sempre existe alguém em pior situação do que eu, hein?, Sempre! Há sempre alguém. Então, eu acho que estou tendo um momento difícil, venho à fila para encontrar-me com São Caetano e com Jesus, e depois saio para encontrar-me com os demais, porque sempre há alguém pior do que eu. É com esses que nós temos que nos encontrar. (Propõe a Misericórdia aquele que vive a Misericórdia! E pensar que aqueles que propõem, defendem e professam uma santidade de vida exterior não conseguem enxergar nestas palavras do Papa o Espírito Santo, mas só enxergam erros e heresias! Hereges são aqueles que não enxergam o Espírito Santo nas palavras do Papa Francisco!).
Obrigado por escutar-me, obrigado por ter vindo aqui hoje, muito obrigado por tudo o que vocês tem no coração. Jesus os ama! San Caetano os ama!(O Papa crê firmemente que Jesus nos ama, que Jesus ama a todas as pessoas. O Papa crê e vê Deus nos amando sem sessar. Esta é a fé que devemos ter, a verdadeira fé!). Somente pede-lhes uma coisa: que se encontrem! Que vão e procurem e encontrem o que mais precisa! Mas não sozinhos. Com Jesus, com São Caetano!( Com o Papa Francisco também! Sim, querido Papa Francisco, queremos juntamente com Vossa Santidade ir ao encontro do nosso próximo, principalmente dos mais necessitados).Vou convencer o outro a fazer-se católico?( O Amor não é uma moeda de troca! Não se compra nosso próximo: devemos amar nosso próximo!). Não, não, não! Você vai encontrá-lo, é seu irmão! Isso basta! E vai ajudá-lo, o resto é Jesus que o faz, o Espírito Santo que o faz. Lembre-se bem: Com São Caetano, os necessitados, vamos ao encontro dos mais necessitados. Com Jesus, os necessitados, os que mais necessitam, vamos ao encontro dos que mais necessitam. E tomara que Jesus vá marcando-lhe o caminho para que você se encontre com quem mais necessita.(Sim, Papa Francisco, vamos ao encontro dos que mais precisam, vamos distribuir a Caridade de Deus!).
Quando o seu coração se encontra com aquele que mais necessita, começará a aumentar, aumentar, aumentar! Porque o encontro multiplica a capacidade do amor. O encontro com outro, aumenta o coração. Anime-se! “Não sei como fazer sozinho”. Não, não, não! Com Jesus e com São Caetano! Que Deus lhes abençoe e que termine bem o dia de São Caetano. E por favor, não se esqueça de rezar por mim. Obrigado.( Nosso coração precisa alargar-se, e só a Caridade pode fazer isso. Jesus nos ama, afirma o Papa. Ora, isso é uma verdade de Fé: Deus nos ama. Deus é Amor que se comunica, portanto, quem crê em Deus que é Amor, deve amar também!)
Tradução Thácio Siqueira
(07 de Agosto de 2013) © Innovative Media Inc.



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Das Reverências na Forma Extraordinária da Missa!

A Forma Extraordinária do Rito Romano da Missa é plena de reverências, que ora são dirigidas à Deus, ora ao Sacerdote e à Assembléia. Na foto Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Karaganda, no Kazaquistão, depois de ter oferecido incenso à Deus e ás coisas santas, de mãos postas é incensado pelo Subdiácono, que depois irá incensar também a Assembléia.
Gestos tão santos como estes possuem uma finalidade, que é a prática litúrgica do Mandamento de Jesus: "Dou-vos um Novo Mandamento, que vos ameis uns aos outros como Eu vos tenho amado!"
A Sagrada Liturgia da Igreja enaltece o Amor Fraterno, a Caridade Cristã, com gestos tão santos como este, plenos da Caridade, do Amor Fraterno. De fato, quem diz que ama a Deus, como escreve São João, o Apóstolo do Amor, deve amar também a seu irmão; pois quem diz amar a Deus que não vê, mas odiar ao irmão que vê, é um mentiroso, conforme escreve o mesmo Apóstolo.
Quando o Sacerdote oferece incenso à Deus outra intenção não deve acompanhá-lo senão o Amor por Deus, e é com a mesma intenção que incensa também as coisas santas. Como todos devem estar, na liturgia da Missa, unidos às intenções do Sacerdote, todos oferecem incenso à Deus quando o Sacerdote está incensando Deus. Mas porque o Amor não deve ser apenas vertical, ou seja, teocêntrico, devendo ser também horizontal, ou seja, antropocêntrico, a Igreja instituiu nas liturgias gestos e cerimônias que devem significar o Amor Fraterno. Na foto vemos que a mesma reverência oferecida a Deus deve ser também oferecida ào homem, ou seja, com o mesmo Amor que amamos a Deus, também devemos nos amar uns aos outros, como Jesus nos ensinou, e esse é o fim último da Missa.
Assim como o coração do sacerdote, ao incensar a Deus e as coisas santas, não deve estar dividido, mas deve ter um coração totalmente voltado para Deus, também o nosso coração não deve estar dividido pela discórdia e pela inimizade quando em união com o Acólito ou com o Subdiácono insensamos o Sacerdote e a Assembléia, mas devemos ter um coração totalmente voltado e devotado à Caridade.
Monsenhor Luiz de Gonzaga, numa de suas homilias, disse não compreender um cristão que tenha inimizades. As cerimônias da Missa que nos levam à uma atitude de reverência para com o nosso próximo outra finalidade não possui a não ser nos consolidar na prática da Caridade.
Pergunto: agradaria a Deus o gesto tão santo que o Subdiácono faz para seu Sacerdote, se não fosse acompanhado de Caridade?! Poderia Deus receber com agrado a reverência dirigida ao Sacerdote se o Subdiácono nutrice qualquer inimizade por ele?! Se o Sacerdote tivesse dado motivos de queixas ao Subdiácono e à Assembléia, não seria o caso todos perdoarem da mesma forma que Deus perdoa e manda perdoar?! Como ninguém é santo, ou seja, como todos nós somos indignos e também pecadores, não estaria a liturgia da Missa, por gestos de reverência como estes, nos levando ao mútuo perdão fraterno?! Por Amor e com Amor incensamos Deus na Missa; igualmente com Amor e por Amor incensamos os outros na Missa! A Missa nos ensina com gestos tão santos a amar Deus e o próximo.
Portanto, quando estivermos na Missa, participando de ritos tão santos como este, não percamos a oportunidade de perdoar e de amar com todo o nosso coração ao nosso próximo.